poema insone


procurava o sono em cercas
carneirinho pulando as horas
  só
só 
   só  
 só…

a madrugada goteja os minutos
em um vaso sem borda

de manhã, em um par de olhos, 
dois lagos cercado de grilos
locutores incansáveis de um fugitivo

Ehre





Comentarios

Entradas populares de este blog

el grillo sagrado

Ghosts in Objects