vuelvo a Marco Lourenço y un poema extraordinario: AQUELE QUE NÃO se mais digo quando calo quem é você que continua falando se estou calado? de repente ficou frio onde a tua voz fez sombra sobre quem digo… se bem que nunca foste ninguém se nem chega a ser outro mas uma distração de mim fugindo com tudo que tenho palavras sentidos …é quem ouço ir lá longe mesmo já quase saindo de dentro da boca que trago comigo – mas se é sempre tua a palavra e mora no escuro aquilo que digo sou eu, de fato aquele que não existo? Marco Lourenço .... y cometo la imprudencia de intentar aquí maltraducirlo Aquél que no si más hablo cuando callo quién sos que seguís hablando si me estoy callando? de pronto hizo frío donde tu voz creó sombra de lo que digo... sé que nunca has sido nadi...