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Mostrando entradas de julio 28, 2016

silbando

a la hora de siempre en el filo mismo del viento hubo un fantasma desafinado descalzo, seco fantasma de momento deshidratado como recién borrado apenas disperso en el filo mismo del viento a la hora de siempre silbando silbando

aquele que não

vuelvo a Marco Lourenço y un poema extraordinario: AQUELE QUE NÃO se mais digo quando calo quem é você que continua falando   se estou calado?    de repente ficou frio    onde a tua voz fez    sombra sobre quem digo… se bem que nunca foste ninguém  se nem chega a ser outro    mas uma distração de mim fugindo com tudo que tenho       palavras  sentidos …é quem ouço ir lá longe mesmo já quase saindo de dentro da boca que trago comigo – mas se é sempre tua a palavra e mora no escuro aquilo que digo     sou eu, de fato     aquele que não existo? Marco Lourenço .... y cometo la imprudencia de intentar aquí maltraducirlo Aquél que no si más hablo cuando callo quién sos que seguís hablando    si me estoy callando?     de pronto hizo frío     donde tu voz creó     sombra de lo que digo... sé que nunca has sido nadi...

brumosidad

la brumosa forma de decir eso que hay ahí es algo que no está es brumosidad